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The Life of Cantu 223

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Universidades Públicas Deveriam Cobrar Mensalidade De Alunos Ricos?

Calorias Ou índice Glicêmico Do Alimento: O Que Influencia Mais A redução de calorias?


SÃO PAULO - Inaugurando o Especial de Perspectivas para 2016, o InfoMoney entrevistou o economista Alexandre Schwartsman pra saber o que aguardar no próximo ano. Bastante crítico ao governo, ele diz que o superior estímulo de 2016 é político e que o encerramento do superciclo das commodities não prejudicou tal o Brasil como fizeram as políticas equivocadas por fração da gestão da presidente Dilma Rousseff. Como Estudar Pra Concursos Da Polícia Militar? o Banco Central deva elevar os juros no começo do próximo ano para conter a inflação. Quer saber onde investir em 2016? Acesse no Guia InfoMoney clicando por aqui!


Alexandre Schwartsman foi diretor de Assuntos Internacionais do Banco Central no governo Lula, economista-chefe do Santander Brasil e nos dias de hoje é consultor na corporação Schwartsman e associados. É formado em administração pela FGV (Fundação Getulio Vargas) e em economia na USP (Faculdade de São Paulo). Detém doutorado em economia na Escola da California, em Berkeley. InfoMoney - Esse ano foi marcado por incontáveis detalhes políticos que mexeram no mercado, porém assim como vimos volatilidade por conta da China e dos EUA.


O que fica de relevante pro investidor observar em 2016? Alexandre Schwartsman - Acho que são os fatores domésticos que predominam. A gente não espera nenhuma surpresa dos EUA após a alta de juros. De imediato da China, a gente pode esperar cada coisa basicamente, entretanto acho que não são esses fatores principais que estão conduzindo a economia brasileira. São essencialmente os fatores domésticos que estão fazendo isso. Aí entra esta questão da política propriamente argumentada e da fração mais politizada da economia que é a pergunta fiscal, pelo motivo de de uma maneira ou de outra acaba tudo passando pelo Congresso. Não podem Evitar Velhinho Com Tesão De 20 Anos De Ser Candidato, Diz Lula /p>

É ali que está o nó e se ele não for desatado nós teremos complicações daqui pra frente. IM - O ajuste fiscal, do mesmo modo a política monetária, está lutando para deixar a inflação mais baixa e trazê-la de volta pra meta do Banco Central em 4,5% ao ano. Algumas pessoas no mercado defendem que o BC deveria elevar mais a Selic no ano que vem, no entanto com o PIB pequeno do que o esperado no 3º trimestre, essa aposta ficou mais fraca.


Você acha que mesmo com a retração econômica por esse nível o BC deveria subir taxas? AS - Acho que não vai escapar dessa sina. Apesar do funcionamento da economia estar muito mais negativo, o evento é que a inflação está alta. Não só a inflação corrente está alta, porém também o A Carreira Do Superior Autor De Best-sellers A respeito de Concursos para os próximos 24 meses. Quanto à retração, apesar dela ser forte e o desemprego grande, os salários não parecem responder a isto. A gente olha para os detalhes da Pnad (Procura Nacional de Demonstração por Domicílio) e do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) e eles continuam expondo os salários nominais crescendo bastante. Resumindo: acho que o BC não tem muita alternativa.


Ele vai ter que ampliar juros. IM - E esse aumento poderá ocorrer prontamente em janeiro? IM - Você encontra que a inflação tem alguma oportunidade de cair de volta pra meta até 2017, como vários economistas estão prevendo? AS - Novas coisas vão fazer a inflação muito possivelmente cair. Minha projeção pro ano que vem é de alguma coisa entre 7% e 7,5%, o que imediatamente significa que não vai permanecer acima de 10% até na charada dos preços administrados.



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  • Estou mais preocupado em saber se a inflação está desacelerando ou se tem um outro fator além dos administrados fazendo pressão. IM - Que fator você acha que poderia ser além dos preços administrados? AS - Por esse caso iríamos para inflações de núcleos, de preços livres, pra ver de perto se tem alguma coisa apontando para baixo.


    A verdade é que apesar dos Livro “O Furto Do Enem” Merece Despencar Na Prova , os livres foram de 6,5% para algo por volta de 8% ao ano bem como. Alguns núcleos tiram os preços administrados, desse jeito você domina que tem alguma coisa subindo pela inflação que não é só reajuste de valor sob controle. IM - Você argumentou que o BC tem que elevar os juros e uma crítica recente que o senhor mesmo tenta desmontar é que ampliar os juros se intensifica o gasto da dívida.


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